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terça-feira, 6 de setembro de 2011

ARTIGO: Camisinha Tem que Usar: um estudo de caso da campanha publicitária da revista Capricho

Artigo aprovado e publicado no periódico da BOCC - Biblioteca On-Line de Comunicação.
Por: Patricia Bieging e Silvânia Siebert.



Resumo

Este artigo apresenta um estudo de caso sobre a campanha “Camisinha Tem Que Usar”, da Revista Capricho. Buscamos entender as estratégias utilizadas pela revista a partir das ferramentas do Marketing para Causas Sociais. Avaliamos que a campanha foi realizada em uma época de muitas mudanças sociais e, através do trabalho realizado, conseguiu situar-se como um dos mais importantes veículos de comunicação do país.

Palavras-chave: marketing; adolescentes; sexualidade; revista Capricho.

(Para abrir o artigo clique com o botão direito no link e depois em "abrir em nova aba ou janela".

segunda-feira, 14 de março de 2011

Roupa do mascote da Macedo e desdobramento do personagem

Para comemorar os 35 anos a Macedo contou com o desenvolvimento do mascote e ainda com desdobramentos do primeiro personagem.

Desdobramento do personagem focando como público as crianças. 
Ilustrador: Lucas Ferreyra.
Desdobramento do personagem focando o público em geral. 
 Ilustrador: Lucas Ferreyra.
Mascote voltado para ações nos PDVs. 
Produção do boneco: Investiva Bonecos e Cenários.

Aniversário de 35 anos da Macedo Agroindustrial

No ano de 2009 a Macedo completou 35 anos e para comemorar a data foi organizada uma grande festa. Foram cerca de 2mil pessoas entre os funcionários e suas famílias. O evento foi realizado no Petry.

Organização: Patricia Bieging, Melissa Amâncio, Flávio Lawless e Stima Produtora de Eventos.

Salão onde foi realizada a festa.
Mascote da Macedo com as recepcionistas.

CBN Diário - algumas peças de comunicação

Na Rádio CBN Diário frequentemente desenvolvíamos peças para transmissões específicas dos jogos ou algumas transmissões especiais. Além de materiais internos.

Diretor de arte: Raul Inácio Busarello.

Peça para divulgação da transmissão do Carnaval de 2006.
Anúncio de transmissão de campeonatos.
Anúncio de transmissão de campeonatos.
Identidade visual - papel timbrado
Identidade visual - pasta

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Marketing para Causas Sociais: uma ferramenta poderosa.

O Marketing para Causas Sociais – MCS – está se tornando uma ferramenta poderosa para empresas, organizações e para as causas sociais do Brasil. Através das estratégias e posicionamentos do MCS empresas e instituições beneficentes podem ajudar e contribuir para que ocorram mudanças no país, assim além de ajudar uma causa social também estarão investindo em benefício próprio, atribuindo valor à marca da empresa.

‘Marketing social é uma estratégia de mudança de comportamento. Ele combina os melhores elementos das abordagens tradicionais da mudança social num esquema integrado de planejamento e ação, além de aproveitar os avanços na tecnologia das comunicações e na capacidade do marketing’. Kotler; Roberto. Op. cit. http:// www.socialtec.com.br – Acesso em: 26/05/04.

As empresas podem filiar-se a causa social direta ou indiretamente, ou seja, pode ir direto à causa e desenvolver projetos próprios para mudar uma determinada situação ou juntar-se a uma instituição filantrópica respeitada. Decidindo pela segunda opção, a empresa, inicia a investida no MCS com credibilidade e ajuda dos voluntários envolvidos, facilitando desta forma o seu trabalho com a causa. As diferenças que aparecem nas duas formas de se chegar a uma causa é o fato da ‘direta’ ser de propriedade da empresa e consequentemente de benefício direto à marca dela; e na forma indireta, com associação a uma instituição, ela também agrega valor à marca, com a diferença da causa não ser diretamente ligada à empresa, mas tornar-se lembrada através da instituição nos projetos.

Percebe-se atualmente que os consumidores buscam mais do que um produto ou serviço, mas estão à procura de empresas que demonstrem ‘no quê’ elas realmente acreditam. Segundo Pringle e Thompson (2000, p. 68), “Os anunciantes passaram a se preocupar muito mais com a imagem emocional e os benefícios do estilo de vida associados aos produtos e serviço.” Essa diferença de posicionamento faz com que a empresa cative novos e antigos consumidores tornando-os mais ligados à marca e motivando-os ao consumo. Um exemplo de MCS pode ser observado através do MC Donald, no qual um dia por ano a empresa doa todo o dinheiro arrecadado com a venda de um dos seus lanches (MC Lanche Feliz) para as crianças com câncer e pode-se constatar que neste dia os clientes dão a preferência por este determinado produto, principalmente por saberem que desta forma estarão contribuindo com esta causa social.

[...] as campanhas de Marketing para Causas Sociais têm um potencial para influenciar o comportamento do comprador mais forte que as formas tradicionais de comunicação [...] As pesquisas [...] mostram que números significativos de consumidores afirmam estar dispostos a pagar um preço ligeiramente mais alto por marcas que apoiem boas causas. (PRINGLE; THOMPSON, 2000, pp. 112-113)

Outro exemplo de Pringle e Thompson (2000, p. 95) é onde citam a rede Pizza Express como colaboradora do projeto Veneza em Perigo, no qual descriminam no cardápio, que na venda de uma pizza Veneziana a empresa doa 25 pennies(1)
à causa, descobrindo desta forma o MCS como uma forma de promoção e divulgação da marca.

Além das promoções como as acima citadas, o MCS necessita de um fortalecimento das relações entre empresas e instituições beneficentes ou causa, pois quanto mais profundo e duradouro for esta ligação entre eles, maior será a credibilidade e segurança do consumidor pelo produto ou serviço. As parcerias do MCS precisam ser sólidas e duradouras evitando que o consumidor tire conclusões negativas sobre a empresa, fazendo com que a marca perca seu valor perante os clientes. Para Pringle e Thompson (2002, p. 135) “É muito importante evitar que o consumidor considere a parceria de MCS como exploradora, e isso é muito difícil de evitar, se o relacionamento for mantido por pouco tempo.”

Mais uma forma de impulsionar o sucesso de uma parceria utilizando o MCS é fazendo com que pessoas famosas ou outras personalidades juntem-se à causa como doadores e apoiadores. Percebe-se que com a presença de alguém respeitado pela mídia e reconhecido por todos, a campanha ou ação torna-se perante a sociedade mais respeitada agregando ainda mais credibilidade e adesão dos consumidores. “[...] Diana, a Princesa de Gales, demonstrou durante sua vida, a capacidade de um patrono famoso para arrecadar fundos a uma entidade enorme. Da mesma forma, a associação de tais pessoas com uma empresa ou marca pode ser muito significativa.” (Id. Ibid., p. 178)

Podemos citar como exemplo a campanha do Câncer de Mama, o qual tem a constante participação de pessoas famosas nos comerciais, os quais ajudam a promover os produtos com a marca da campanha para a arrecadação de dinheiro, mas além de participar do projeto eles também acreditam na iniciativa. “Assim, as marcas terão enormes benefícios ao adotarem a idéia do MCS e tomarem as primeiras iniciativas para construir novos valores ‘espirituais’ em suas proposições da marca para combater os tempos mais difíceis que virão.” (PRINGLE; THOMPSON, 2002, p. 249). Com tantos benefícios, tanto para as empresas quanto para as instituições ou causas, cada vez mais teremos pessoas interessadas em desenvolver ações que contribuam para a melhoria da sociedade, ajudando a diminuir os problemas que vemos e enfrentamos diariamente.

(1) Pennies são uma forma de moeda de cunhagem Anglo-Saxã do século VIII [...]. Disponível em: http://www.duvendor.hpg.ig.com.br/Colunistas/Colunas_07_1.htm – Acesso em: 17/06/04. Pennies: plural da moeda de 1 centavo de dóllar. Disponível em: http://www.estadao.com.br/ext/especiais/forum/pauta/index95.htm – Acesso em: 17/06/04. Então: 25 pennies = 0,25 centavos de dólar.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Kotler, Philip; Roberto, Eduardo. Marketing Social: Estratégias Para Alterar o Comportamento Público. Rio de Janeiro: Campus, 1992. Op. cit. Disponível em: http://www.socialtec.com.br – Acesso em: 26/05/04.

PRINGLE, Hamish; THOMPSON, Marjorie. Marketing Social: Marketing para Causas Sociais e Construção de Marcas. São Paulo: Makron Books, 2000.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

ARTIGO: Camisinha Tem que Usar: um estudo de caso da campanha publicitária da revista Capricho

Artigo aprovado e publicado no periódico da BOCC - Biblioteca On-Line de Comunicação.
Por: Patricia Bieging e Silvânia Siebert.



Resumo

Este artigo apresenta um estudo de caso sobre a campanha “Camisinha Tem Que Usar”, da Revista Capricho. Buscamos entender as estratégias utilizadas pela revista a partir das ferramentas do Marketing para Causas Sociais. Avaliamos que a campanha foi realizada em uma época de muitas mudanças sociais e, através do trabalho realizado, conseguiu situar-se como um dos mais importantes veículos de comunicação do país.

Palavras-chave: marketing; adolescentes; sexualidade; revista Capricho.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Roupa do mascote da Macedo e desdobramento do personagem

Para comemorar os 35 anos a Macedo contou com o desenvolvimento do mascote e ainda com desdobramentos do primeiro personagem.

Desdobramento do personagem focando como público as crianças. 
Ilustrador: Lucas Ferreyra.
Desdobramento do personagem focando o público em geral. 
 Ilustrador: Lucas Ferreyra.
Mascote voltado para ações nos PDVs. 
Produção do boneco: Investiva Bonecos e Cenários.

Aniversário de 35 anos da Macedo Agroindustrial

No ano de 2009 a Macedo completou 35 anos e para comemorar a data foi organizada uma grande festa. Foram cerca de 2mil pessoas entre os funcionários e suas famílias. O evento foi realizado no Petry.

Organização: Patricia Bieging, Melissa Amâncio, Flávio Lawless e Stima Produtora de Eventos.

Salão onde foi realizada a festa.
Mascote da Macedo com as recepcionistas.

CBN Diário - algumas peças de comunicação

Na Rádio CBN Diário frequentemente desenvolvíamos peças para transmissões específicas dos jogos ou algumas transmissões especiais. Além de materiais internos.

Diretor de arte: Raul Inácio Busarello.

Peça para divulgação da transmissão do Carnaval de 2006.
Anúncio de transmissão de campeonatos.
Anúncio de transmissão de campeonatos.
Identidade visual - papel timbrado
Identidade visual - pasta

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Marketing para Causas Sociais: uma ferramenta poderosa.

O Marketing para Causas Sociais – MCS – está se tornando uma ferramenta poderosa para empresas, organizações e para as causas sociais do Brasil. Através das estratégias e posicionamentos do MCS empresas e instituições beneficentes podem ajudar e contribuir para que ocorram mudanças no país, assim além de ajudar uma causa social também estarão investindo em benefício próprio, atribuindo valor à marca da empresa.

‘Marketing social é uma estratégia de mudança de comportamento. Ele combina os melhores elementos das abordagens tradicionais da mudança social num esquema integrado de planejamento e ação, além de aproveitar os avanços na tecnologia das comunicações e na capacidade do marketing’. Kotler; Roberto. Op. cit. http:// www.socialtec.com.br – Acesso em: 26/05/04.

As empresas podem filiar-se a causa social direta ou indiretamente, ou seja, pode ir direto à causa e desenvolver projetos próprios para mudar uma determinada situação ou juntar-se a uma instituição filantrópica respeitada. Decidindo pela segunda opção, a empresa, inicia a investida no MCS com credibilidade e ajuda dos voluntários envolvidos, facilitando desta forma o seu trabalho com a causa. As diferenças que aparecem nas duas formas de se chegar a uma causa é o fato da ‘direta’ ser de propriedade da empresa e consequentemente de benefício direto à marca dela; e na forma indireta, com associação a uma instituição, ela também agrega valor à marca, com a diferença da causa não ser diretamente ligada à empresa, mas tornar-se lembrada através da instituição nos projetos.

Percebe-se atualmente que os consumidores buscam mais do que um produto ou serviço, mas estão à procura de empresas que demonstrem ‘no quê’ elas realmente acreditam. Segundo Pringle e Thompson (2000, p. 68), “Os anunciantes passaram a se preocupar muito mais com a imagem emocional e os benefícios do estilo de vida associados aos produtos e serviço.” Essa diferença de posicionamento faz com que a empresa cative novos e antigos consumidores tornando-os mais ligados à marca e motivando-os ao consumo. Um exemplo de MCS pode ser observado através do MC Donald, no qual um dia por ano a empresa doa todo o dinheiro arrecadado com a venda de um dos seus lanches (MC Lanche Feliz) para as crianças com câncer e pode-se constatar que neste dia os clientes dão a preferência por este determinado produto, principalmente por saberem que desta forma estarão contribuindo com esta causa social.

[...] as campanhas de Marketing para Causas Sociais têm um potencial para influenciar o comportamento do comprador mais forte que as formas tradicionais de comunicação [...] As pesquisas [...] mostram que números significativos de consumidores afirmam estar dispostos a pagar um preço ligeiramente mais alto por marcas que apoiem boas causas. (PRINGLE; THOMPSON, 2000, pp. 112-113)

Outro exemplo de Pringle e Thompson (2000, p. 95) é onde citam a rede Pizza Express como colaboradora do projeto Veneza em Perigo, no qual descriminam no cardápio, que na venda de uma pizza Veneziana a empresa doa 25 pennies(1)
à causa, descobrindo desta forma o MCS como uma forma de promoção e divulgação da marca.

Além das promoções como as acima citadas, o MCS necessita de um fortalecimento das relações entre empresas e instituições beneficentes ou causa, pois quanto mais profundo e duradouro for esta ligação entre eles, maior será a credibilidade e segurança do consumidor pelo produto ou serviço. As parcerias do MCS precisam ser sólidas e duradouras evitando que o consumidor tire conclusões negativas sobre a empresa, fazendo com que a marca perca seu valor perante os clientes. Para Pringle e Thompson (2002, p. 135) “É muito importante evitar que o consumidor considere a parceria de MCS como exploradora, e isso é muito difícil de evitar, se o relacionamento for mantido por pouco tempo.”

Mais uma forma de impulsionar o sucesso de uma parceria utilizando o MCS é fazendo com que pessoas famosas ou outras personalidades juntem-se à causa como doadores e apoiadores. Percebe-se que com a presença de alguém respeitado pela mídia e reconhecido por todos, a campanha ou ação torna-se perante a sociedade mais respeitada agregando ainda mais credibilidade e adesão dos consumidores. “[...] Diana, a Princesa de Gales, demonstrou durante sua vida, a capacidade de um patrono famoso para arrecadar fundos a uma entidade enorme. Da mesma forma, a associação de tais pessoas com uma empresa ou marca pode ser muito significativa.” (Id. Ibid., p. 178)

Podemos citar como exemplo a campanha do Câncer de Mama, o qual tem a constante participação de pessoas famosas nos comerciais, os quais ajudam a promover os produtos com a marca da campanha para a arrecadação de dinheiro, mas além de participar do projeto eles também acreditam na iniciativa. “Assim, as marcas terão enormes benefícios ao adotarem a idéia do MCS e tomarem as primeiras iniciativas para construir novos valores ‘espirituais’ em suas proposições da marca para combater os tempos mais difíceis que virão.” (PRINGLE; THOMPSON, 2002, p. 249). Com tantos benefícios, tanto para as empresas quanto para as instituições ou causas, cada vez mais teremos pessoas interessadas em desenvolver ações que contribuam para a melhoria da sociedade, ajudando a diminuir os problemas que vemos e enfrentamos diariamente.

(1) Pennies são uma forma de moeda de cunhagem Anglo-Saxã do século VIII [...]. Disponível em: http://www.duvendor.hpg.ig.com.br/Colunistas/Colunas_07_1.htm – Acesso em: 17/06/04. Pennies: plural da moeda de 1 centavo de dóllar. Disponível em: http://www.estadao.com.br/ext/especiais/forum/pauta/index95.htm – Acesso em: 17/06/04. Então: 25 pennies = 0,25 centavos de dólar.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Kotler, Philip; Roberto, Eduardo. Marketing Social: Estratégias Para Alterar o Comportamento Público. Rio de Janeiro: Campus, 1992. Op. cit. Disponível em: http://www.socialtec.com.br – Acesso em: 26/05/04.

PRINGLE, Hamish; THOMPSON, Marjorie. Marketing Social: Marketing para Causas Sociais e Construção de Marcas. São Paulo: Makron Books, 2000.